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Usava o "nome de guerra" Jaboty- | Usava o "nome de guerra" Jaboty-êtê<ref>Livro Guia do Escoteiro - 4a Edição 1959, Velho Lobo. Acervo Carajás. Grafia do nome conforme p528.</ref>, com o qual assinava a sessão de Escotismo no jornal Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, na década de 1920. | ||
== Homenagens == | == Homenagens == | ||
Edição atual tal como às 11h00min de 12 de outubro de 2025
Benevenuto Cellini dos Santos, nasceu no Rio de Janeiro. Cellini foi funcionário federal dos Correios, escritor, compositor e dirigente escoteiro. faleceu aos 58 anos em 1936(?). Seu pseudônimo escoteiro era “Jaboty-Ete” (Gaxeta de Noticias) e hoje o Grupo Escoteiro do Mar Benevenuto Cellini (07/RJ), possui uma embarcação com seu apelido.
Profissão
Cellini foi Foi um dos primeiros funcionários públicos a ser aprovado por concurso nos Correios do Brasil, em São Paulo como contador. Em 1922 retornou ao Rio de Janeiro.
Escotismo
- 1914 - um dos precursores do Escotismo na ABE em São Paulo
- 1922 - atuou na Confederação Brasileira de Escoteiros do Mar, no Rio de Janeiro.
- nomeado instrutor 1ª classe da Federação Católica de Escoteiros,
Música
Criador de músicas escoteiras[1]:
- Hino Alerta, também conhecido como “Rataplan do Arrebol”
- Rataplã do Mar”.
- "Coração Pequenino”,
- “A Jornada do Escoteiro”,
- “Sorriso”,
- “Nila o Escoteiro Detetive”
Livros
Foi o maior escritor sobre escotismo na sua época, com inúmeras publicações de artigos, muitas às suas próprias expensas. Autor de contos e textos sobre Escotismo, como:
- “Os Colomis do Mar”,
- “Os Mandamentos do Escoteiro” e o
- “Ementário do Escoteiro”.
Revista Tico-Tico
Ecreveu vários textos para Revista Tico-Tico
Revista "O Guia"
Juntamente com Gabriel Skinner, fundou a revista escoteira “O Guia”.
Revista "Alerta"
Secretário da Revista Alerta.
Jornal Gazeta de Notícias
Usava o "nome de guerra" Jaboty-êtê[2], com o qual assinava a sessão de Escotismo no jornal Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, na década de 1920.
Homenagens
- Grupo Escoteiro do Mar Benevuto Cellini (07/RJ) na cidade de Niteroi, RJ.
Tapir de Prata
Em 1936, foi agraciado com o Tapir de Prata "post mortem", a mais alta comenda dos Escoteiros do Brasil.
Referências
- ↑ Escoteiros do Brasil: https://www.escoteiros.org.br/escoteiros-notaveis-b/
- ↑ Livro Guia do Escoteiro - 4a Edição 1959, Velho Lobo. Acervo Carajás. Grafia do nome conforme p528.