Benevenuto Cellini dos Santos, nasceu no Rio de Janeiro. Cellini foi funcionário federal dos Correios, escritor, compositor e dirigente escoteiro. faleceu aos 58 anos em 1936(?). Seu pseudônimo escoteiro era “Jaboty-Ete” (Gaxeta de Noticias) e hoje o Grupo Escoteiro do Mar Benevenuto Cellini (07/RJ), possui uma embarcação com seu apelido.

Profissão

Cellini foi Foi um dos primeiros funcionários públicos a ser aprovado por concurso nos Correios do Brasil, em São Paulo como contador. Em 1922 retornou ao Rio de Janeiro.

Escotismo

  • 1914 - um dos precursores do Escotismo na ABE em São Paulo
  • 1922 - atuou na Confederação Brasileira de Escoteiros do Mar, no Rio de Janeiro.
  • nomeado instrutor 1ª classe da Federação Católica de Escoteiros,

Música

Criador de músicas escoteiras[1]:

  • Hino Alerta, também conhecido como “Rataplan do Arrebol”
  • Rataplã do Mar”.
  • "Coração Pequenino”,
  • “A Jornada do Escoteiro”,
  • “Sorriso”,
  • “Nila o Escoteiro Detetive”

Livros

Foi o maior escritor sobre escotismo na sua época, com inúmeras publicações de artigos, muitas às suas próprias expensas. Autor de contos e textos sobre Escotismo, como:

  • “Os Colomis do Mar”,
  • “Os Mandamentos do Escoteiro” e o
  • “Ementário do Escoteiro”.

Revista Tico-Tico

Ecreveu vários textos para Revista Tico-Tico

Revista "O Guia"

Juntamente com Gabriel Skinner, fundou a revista escoteira “O Guia”.

Revista "Alerta"

Secretário da Revista Alerta.

Jornal Gazeta de Notícias

Usava o "nome de guerra" Jaboty-êtê[2], com o qual assinava a sessão de Escotismo no jornal Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, na década de 1920.

Homenagens

  • Grupo Escoteiro do Mar Benevuto Cellini (07/RJ) na cidade de Niteroi, RJ.

Tapir de Prata

Em 1936, foi agraciado com o Tapir de Prata "post mortem", a mais alta comenda dos Escoteiros do Brasil.

Referências

  1. Escoteiros do Brasil: https://www.escoteiros.org.br/escoteiros-notaveis-b/
  2. Livro Guia do Escoteiro - 4a Edição 1959, Velho Lobo. Acervo Carajás. Grafia do nome conforme p528.