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Guilherme de Azambuja Neves, | '''Guilherme de Azambuja Neves''', nascido no Rio de Janeiro em 1876 e falecido em 10 de junho de 1935 na sua cidade natal aos 60 anos. <ref name=":0">Livro A União, Antonio Boulanger (2014) - Acervo do Carajás</ref> | ||
== Formação == | |||
Contador. Diretor dos Telégrafos. Presidente do Conselho Superior da AECB. | |||
== Escotismo == | == Escotismo == | ||
Um dos diretores da Escola de Chefes da UEB. Presidente da Federação de Escoteiros do Brasil. Vice-presidente da UEB. Criador do | Foi uma personalidade importantes na primeira década da União dos Escoteros do Brasil: | ||
* Um dos diretores da Escola de Chefes da UEB. | |||
* Presidente da Federação de Escoteiros do Brasil. | |||
* Vice-presidente da UEB. | |||
* Criador do Boletim Alerta, (depois informativo Sempre Alerta) | |||
* Secretário geral da Liga da Defesa Nacional. | |||
== Rover Scouts == | == Rover Scouts == | ||
Em 24 de novembro de 1933, [[Bonifácio Borba]] realizou reunião na sede da FBEM para fundar o Círculo de Rovers Scouts do Brasil, posteriormente Círculo de Rover Scouts da FBEM, que congregava pioneiros dos clãs de grupos de escoteiros do mar. Estiveram presentes na ocasião, dentre outros, [[Bonifácio Borba]], '''Guilherme Azambuja Neves''', [[Gelmirez de Mello]], Rubens Paiva, Wilson Atab, Eurico Gomide, João Luiz Castanheira, Manuel Rocha, George Bonnet, Américo Félix, João Laurindo e [[Davi Mesquita de Barros|David de Barros.]] Durante a reunião, Borba leu carta que pretendia enviar a Baden-Powell, solicitando autorização para traduzir seu livro sobre o | Em 24 de novembro de 1933, [[Bonifácio Borba]] realizou reunião na sede da FBEM para fundar o Círculo de Rovers Scouts do Brasil, posteriormente Círculo de Rover Scouts da FBEM, que congregava pioneiros dos clãs de grupos de escoteiros do mar. Estiveram presentes na ocasião, dentre outros, [[Bonifácio Borba]], '''Guilherme Azambuja Neves''', [[Gelmirez de Mello]], Rubens Paiva, Wilson Atab, Eurico Gomide, João Luiz Castanheira, Manuel Rocha, George Bonnet, Américo Félix, João Laurindo e [[Davi Mesquita de Barros|David de Barros.]] Durante a reunião, Borba leu carta que pretendia enviar a Baden-Powell, solicitando autorização para traduzir seu livro sobre o “roverismo”. A carta para [[Baden-Powell]] foi enviada em 20 de dezembro de 1933, e a permissão foi concedida, finalmente, em 15 de janeiro de 1934 à UEB e esta delegou a Borba a missão de levar adiante a tradução.<ref name=":0" /> | ||
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Em 1936 foi agraciado "post-mortem" com o Tapira de Prata, mais alta comenda da União dos Escoteiros do Brasil. | |||
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Edição das 19h41min de 14 de outubro de 2025
Guilherme de Azambuja Neves, nascido no Rio de Janeiro em 1876 e falecido em 10 de junho de 1935 na sua cidade natal aos 60 anos. [1]
Formação
Contador. Diretor dos Telégrafos. Presidente do Conselho Superior da AECB.
Escotismo
Foi uma personalidade importantes na primeira década da União dos Escoteros do Brasil:
- Um dos diretores da Escola de Chefes da UEB.
- Presidente da Federação de Escoteiros do Brasil.
- Vice-presidente da UEB.
- Criador do Boletim Alerta, (depois informativo Sempre Alerta)
- Secretário geral da Liga da Defesa Nacional.
Rover Scouts
Em 24 de novembro de 1933, Bonifácio Borba realizou reunião na sede da FBEM para fundar o Círculo de Rovers Scouts do Brasil, posteriormente Círculo de Rover Scouts da FBEM, que congregava pioneiros dos clãs de grupos de escoteiros do mar. Estiveram presentes na ocasião, dentre outros, Bonifácio Borba, Guilherme Azambuja Neves, Gelmirez de Mello, Rubens Paiva, Wilson Atab, Eurico Gomide, João Luiz Castanheira, Manuel Rocha, George Bonnet, Américo Félix, João Laurindo e David de Barros. Durante a reunião, Borba leu carta que pretendia enviar a Baden-Powell, solicitando autorização para traduzir seu livro sobre o “roverismo”. A carta para Baden-Powell foi enviada em 20 de dezembro de 1933, e a permissão foi concedida, finalmente, em 15 de janeiro de 1934 à UEB e esta delegou a Borba a missão de levar adiante a tradução.[1]
Tapir de Prata
Em 1936 foi agraciado "post-mortem" com o Tapira de Prata, mais alta comenda da União dos Escoteiros do Brasil.