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Nasceu em 30/09/1927, em Bela Vista, hoje no Mato Grosso do Sul. Adorava participar e dirigir Fogos de Conselho, cantar e era excelente tocador de piano e acordeon. Sempre valorizou a parte espiritual do Movimento Escoteiro. Faleceu em Brasília, onde morava. Na UEB, foi Escoteiro-Chefe, depois de haver sido Presidente da Comissão Executiva Nacional. Sua mente era impregnada pela Lei e Promessa Escoteiras. Foi eleito Conselheiro do CCME na Reunião do Conselho Deliberativo do dia 27 de junho de 1989. Homem simples, afável e de temperamento para trabalhar voluntariamente, sem remuneração tem a mesma validade de um contrato formal de trabalho.[1]Voltou para o Grande Acampamento em 11/6/1997, com centenas de membros do Movimento Escoteiro cantando a canção do adeus enquanto seu corpo era enterrado.[2]
Vida Profissional
Aos 19 anos começou a trabalhar no Banco do Brasil, e tendo tirado o 1º lugar no concurso pode escolher a cidade para trabalhar, optando por sua cidade natal. Foi transferido para as cidades do Rio de Janeiro (DF), Morrinhos (GO), Caratinga (MG), Cabo Frio (RJ), Juiz de Fora (MG) e Belo Horizonte (MG), e finalmente, fixou residência definitiva em Brasília. Na maioria dessas cidades, contribuiu como Chefe de Tropa Escoteira, em Grupos Escoteiros lá existentes. Em Cabo Frio, por exemplo, 5 de seus 6 filhos participavam do Grupo Escoteiro ou da Companhia Bandeirante, sendo que a única que não participava ainda não tinha idade. Foi aluno e depois professor de contabilidade no curso técnico do Colégio La Salle em Brasília. Integrou e dirigiu a Casa de Cursilho, do Movimento De Colores da Igreja Católica, próxima ao Núcleo Bandeirante, onde foram realizados vários eventos escoteiros, desde Cursos até um Seminário definindo os objetivos educacionais para o programa escoteiro.
Escotismo
- 1971 foi eleito Conselheiro Nacional pelo Escotismo da UEB, representando o DF. Participou da equipe de vários Cursos, a exemplo dos CABs Lobinho e Escoteiro de 1974, do CIM Lobinho de 1977, do Curso de Adestramento Avançado para Chefes de Grupos e Comissários de 1988.
- 1974 a 1976 exerce a função de Diretor Presidente da Região do DF, passando então a Comissário Regional até 1978.
- 1977 - Em 10/12/77 foi fundado pelo Chefe Jaire Perez de Vasconcelos e reconhecido o Grupo Escoteiro José de Anchieta – 11º DF,
- 1980 e 1981 foi Assistente Regional de Adestramento no DF,
- 1982 e 1983 foi membro do Conselho Nacional de Representantes da UEB
- 1983 foi Diretor Financeiro Adjunto Nacional
- 1983 e 1984 volta a ser Comissário Regional do DF.
- 1985 foi Diretor Financeiro
- 1986 a 1988 foi Diretor Administrativo da Região Escoteira do DF.
- 1984 a 1989 Diretor Presidente da UEB
- 1989 - Coordenou dentre outras atividades de expressão, o III ELO Nacional – parte de um evento internacional denominado “Campamento en Cadeña” promovido no DF no Parque da Cidade, em 1989 contando com cerca de 600 participantes.
- 1989 a 1992 Escoteiro-Chefe Nacional
Fundador Grupo Escoteiro Anchieta - 011/ DF
A ideia da fundação do GEJA - Grupo Escoteiro Anchieta 011/DF partiu dos Chefes Inácio Ferreira Dantas e Jaire Peres de Vasconcellos que assumiu a primeira direção do grupo. Inicialmente em fase de instalação o Grupo foi abrigado na paróquia Cura D’Ars, na Av. W-5, Quadra 915, ao lado do Colégio Objetivo.
Em 20/11/1977 foi concedida pela Região do Distrito Federal a autorização provisória de funcionamento e foram iniciados os trabalhos de composição da primeira Comissão Executiva, entre os pais dos meninos. Finalmente, em 10/12/1977, foram iniciadas as atividades do grupo, tendo sido feita a promessa de 14 jovens lobinhos e escoteiros, além da Comissão Executiva. Essa é considerada a data oficial de fundação do GEJA. Mudou-se para o SESC da W3 Sul em junho de 1978, 1979 passou a realizar as famosas “Volta Anchieta”, 1985 tinha sua sede na FUNCEP e atualmente, com sede no Estacionamento 3 do Parque da Cidade de Brasília.
Artigos
- Na função de Escoteiro Chefe, escreveu importante artigo no informativo “Sempre Alerta” que ainda hoje serve de lembrança aos nossos voluntários: - “Ninguém é obrigado a tratar, mas tratando, é obrigado a cumprir.”
Reconhecimentos
Pelo relevantes serviços prestados ao Escotismo, foi reconhecido com:
- Medalha Gratidão Prata
- medalha Gratidão Ouro
- Medalha Tiradentes
Tapir de Prata
Foi agraciado com o Tapir de Prata em 1997, a mais alta Comenda dos Escoteiros do Brasil.
Referências
Texto adaptado do origintal elaborado pela Carmen Barreira - DF.