<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-BR">
	<id>https://www.carajas.org/wiki/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Zilda_Arns_Neumann</id>
	<title>Zilda Arns Neumann - Revision history</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://www.carajas.org/wiki/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Zilda_Arns_Neumann"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.carajas.org/wiki/index.php?title=Zilda_Arns_Neumann&amp;action=history"/>
	<updated>2026-05-20T07:38:11Z</updated>
	<subtitle>Revision history for this page on the wiki</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.45.1</generator>
	<entry>
		<id>https://www.carajas.org/wiki/index.php?title=Zilda_Arns_Neumann&amp;diff=11811&amp;oldid=prev</id>
		<title>Jhgovier: Ajuste de página</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.carajas.org/wiki/index.php?title=Zilda_Arns_Neumann&amp;diff=11811&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2025-09-23T18:54:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ajuste de página&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;[[File:Zilda Arns.jpg|thumb|Zilda Arns]]&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Zilda Arns Neumann&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (Forquilhinha, 25 de agosto de 1934 — faleceu em Porto Príncipe, Haiti em 12 de janeiro de 2010) foi uma médica, pediatra e sanitarista brasileira. Zilda Arns residia desde jovem em Curitiba (PR).&amp;lt;ref&amp;gt;Revista Memória Escoteira do CCME - Ano 3 nr 35 www.ccme.org.br/wp-content/uploads/2023/10/2010-Memoria-Escoteira-35-Janeiro.pdf&amp;lt;/ref&amp;gt; Zilda Arns era avó de dez netos. Ela era um ser humano doce e simples, como poucos. Mas, na sua doçura, fez com que alguns de nós, porque nunca são todos, voltássemos a nos indignar com o que é indigno: o descaso, o desprezo pelo semelhante, fazendo o que pode ser feito, sem alarde, sem escândalo, sem julgamento, sem exagero. Fazer o que é justo, na hora justa, sem paixões exacerbadas e amparado na conduta correta, doce, mas firme.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Família ==&lt;br /&gt;
O casal brasileiro de origem alemã, Gabriel Arns e Helene Steiner, teve 16 filhos. Zilda, a 13ª criança, nasceu no dia 25 de agosto de 1934, em Forquilhinha, Santa Catarina. Em 1953, começou a estudar medicina, na UFPR, em entrevista ela disse: &amp;quot;Um professor me reprovou no primeiro ano, bem eu, sempre das primeiras da sala. Ele dizia que era absurdo uma mulher cursar medicina. Mas virei pediatra, justo a matéria dele&amp;quot;. No mesmo ano que entrou na faculdade ela começou a cuidar de crianças menores de um ano. Na época, Zilda se impressionou com a grande quantidade de crianças internadas com doenças de fácil prevenção, como diarreia e desidratação. Em 26 de dezembro de 1959, casou-se com Aloísio Bruno Neumann (1931-1978), com quem teve seis filhos: Marcelo (falecido três dias após o parto), Rubens, Nelson, Heloísa, Rogério e Sílvia (que faleceu em 2003 num acidente automobilístico).&amp;lt;ref&amp;gt;Página da Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Zilda_Arns&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Profissão ==&lt;br /&gt;
Formada em medicina pela UFPR, em 1959, aprofundou-se em saúde pública, pediatria e sanitarismo, visando a salvar crianças pobres da mortalidade infantil, da desnutrição e da violência em seu contexto familiar e comunitário. Compreendendo que a educação revelou-se a melhor forma de combater a maior parte das doenças de fácil prevenção e a marginalidade das crianças, para otimizar a sua ação, desenvolveu uma metodologia própria de multiplicação do conhecimento e da solidariedade entre as famílias mais pobres, baseando-se no milagre bíblico da multiplicação dos dois peixes e cinco pães que saciaram cinco mil pessoas, como narra o Evangelho de São João (Jo 6,1-15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua prática diária como médica pediatra do Hospital de Crianças César Pernetta, em Curitiba, e, mais tarde, como diretora de Saúde Materno-Infantil da &amp;#039;&amp;#039;Secretaria de Saúde do Estado do Paraná&amp;#039;&amp;#039;, teve como suporte teórico as seguintes especializações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Educação em Saúde Materno-Infantil&amp;#039;&amp;#039;, na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP);&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Saúde Pública para Graduados em Medicina&amp;#039;&amp;#039;, na Faculdade de Saúde Pública (USP)&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Administração de Programas de Saúde Materno-Infantil&amp;#039;&amp;#039;, pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) /Organização Mundial da Saúde (OMS), e Ministério da Saúde&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Pediatria Social&amp;#039;&amp;#039;, na Universidade de Antioquia, em Medellín, Colômbia&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Pediatria&amp;#039;&amp;#039;, na Sociedade Brasileira de Pediatria&lt;br /&gt;
* Educação Física, na Universidade Federal do Paraná&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pastoral da Criança ==&lt;br /&gt;
Em 1983, a pedido da CNBB, criou a Pastoral da Criança juntamente com o presidente da CNBB, dom Geraldo Majella, Cardeal Agnelo, Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, que, à época, era Arcebispo de Londrina. No mesmo ano, deu início à experiência a partir de um projeto-piloto em Florestópolis. Após vinte e cinco anos, a pastoral acompanhou 1 816 261 crianças menores de seis anos e 1 407 743 de famílias pobres em 4 060 municípios brasileiros. Neste período, mais de 261 962 voluntários levaram solidariedade e conhecimento sobre saúde, nutrição, educação e cidadania para as comunidades mais pobres, criando condições para que elas se tornem protagonistas de sua própria transformação social. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para multiplicar o saber e a solidariedade, foram criados três instrumentos, utilizados a cada mês:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Visita domiciliar às famílias&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Dia do Peso&amp;#039;&amp;#039;, também chamado de &amp;#039;&amp;#039;Dia da Celebração da Vida&amp;#039;&amp;#039;&lt;br /&gt;
* Reunião Mensal para Avaliação e Reflexão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pastoral da Pessoa Idosa ==&lt;br /&gt;
Em 2004 recebeu da CNBB outra missão semelhante: fundar e coordenar a Pastoral da Pessoa Idosa. Atualmente mais de cem mil idosos são acompanhados mensalmente por doze mil voluntários de 579 municípios de 141 dioceses de 25 estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dividia seu tempo entre os compromissos como coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e a participação como representante titular da CNBB no Conselho Nacional de Saúde, e como membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Missão Haiti ==&lt;br /&gt;
Durante o terremoto que devastou o Haiti em 2010, arrebatou Zilda Arns.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zilda Arns encontrava-se em Porto Príncipe, no Haiti em missão humanitária, para introduzir a Pastoral da Criança no país. No dia 12 de janeiro de 2010, pouco depois de proferir uma palestra para cerca de 15 religiosos de Cuba, o país foi atingido por um violento terremoto. A Dra. Zilda foi uma das vítimas da catástrofe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquele momento ela estava discursando, quando as paredes da igreja desabaram, a médica estava no último parágrafo do discurso, que ela não chegou a terminar, falava da importância de cuidar das crianças &amp;quot;como um bem sagrado&amp;quot;, promovendo o respeito a seus direitos e protegendo-os, &amp;quot;tal qual os pássaros cuidam dos seus filhos&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Reconhecimento ==&lt;br /&gt;
Entre os prêmios internacionais recebidos por Zilda Arns Neumann, merecem destaque:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Prêmio Internacional da OPAS em Administração Sanitária, 1994.&lt;br /&gt;
* Prêmio Humanitário 1997 do Lions Club International;&lt;br /&gt;
* Medalha &amp;quot;Simón Bolívar&amp;quot;, da Câmara Internacional de Pesquisa e Integração Social, em 2000;&lt;br /&gt;
* Título Companheiro Paul Harris, concedido pela Fundação Rotária de Rotary International, recebeu a Comenda Paul Harris no Rio de Janeiro em 11 de setembro de 2001.&lt;br /&gt;
* Prêmio &amp;quot;Heroína da Saúde Pública das Américas&amp;quot;, concedido pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em 2002;&lt;br /&gt;
* Prêmio Social 2005 da Câmara de Comércio Brasil-Espanha;&lt;br /&gt;
* Prêmio Rei Juan Carlos (Prêmio de Direitos Humanos Rei da Espanha) pela Universidade de Alcalá. Recebeu o prêmio em 24 de janeiro de 2005, das mãos do rei;&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Opus Prize&amp;#039;&amp;#039; (EUA), em 2006;&lt;br /&gt;
* Indicada postumamente ao Prêmio Nobel da Paz, em 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escotismo ==&lt;br /&gt;
No Movimento Escoteiro, Zilda Arns participou ativamente, como escotista do Grupo Escoteiro Jorge Frassati, de Curitiba, onde atuou como Chefe de Lobinhos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já na coordenação da Pastoral da Criança, formalizou convênios e desenvolveu várias atividades com a União dos Escoteiros do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tapir de Prata ==&lt;br /&gt;
Agraciada com o [[Tapir de Prata]] em 2010, post mortem, a maior Comenda da [[U.E.B. - União dos Escoteiros do Brasil|União dos Escoteiros do Brasil.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Jhgovier</name></author>
	</entry>
</feed>